Gostaria de não ser tola
Não fugir de teus braços
Que são leves
Tão leves que flutuam
Que flutuam e se vão – nos ventos.
Queria que agarrassem com força
Viessem em mim hidráulicos
(pressão igual força pela área)
Gostaria de não ser tola
E que a área fosse coberta
(com banco de praça e redes)
Como que a força não fosse a forca
Mas o nó que me ata ao teu corpo
Que me puxa os secos e revoltos cabelos
Gostaria de não ser tola
E ao invés de escrever tolices
Encher de tolice já dentro da tua boca
Até que novamente te enchas de mim...
(Cristine HH)
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