sexta-feira, 25 de novembro de 2011

QUENTES HORAS


Ardência incontida
Um zumbido que zomba e não passa
Que formiga
(enquanto as pernas se retraem e se entrelaçam).

Queimo esse nó de pinho
E da sua brasa faço a hora
Onde as fagulhas são os segundos
À espera do teu grande ponteiro.

Essas horas que não passam!

Eu costumava estar acesa nos teus toques
Hoje me acostumo a tocar para teu breve aquecimento...

...ponteiro da hora que voa e me queima!

(Cristine HH)

Um comentário:

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