Nojo é o que dá asco
Que fere mortalmente o interior
O ego, o âmago
Que provoca tortura no estômago
Que regurgita...
Vem! Vem ao vaso do meu colo
E segurarei teus cabelos
Para que o vômito não te tire a beleza
Para que não esconda a palidez da tua pele
O roxo dos teus olhos
E a lágrima escorrida.
Teu nojo, pequena
É em mim uma esperança
É sentimento melhor do que a indiferença.
(Cristine H H)
Pois olha, encantou-me. Um final surpreendente! A dor pela indiferença é de fato diferente.
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